28/07/2008

Pouco menos de um mês




Deixei esse título para dar uma ambigüidade ao mesmo.
A pouco menos de um mês, minha vida estava uma perfeita desordem, correria, medo...
O fim da faculdade estava perto, o inicio de uma nova etapa se aproximando, monografia.
Hoje, encontro-me no marasmo total. Torcendo para movimentar a minha vida, seguir o rumo e o marasmo continua.
Pouco menos de um mês para o meu aniversário.
E sofro de uma síndrome do inferno astral. PQP.
Eu participo disso, mas este ano quero que seja altamente, diversificadamente, demasiadamente diferente de todos os anos. Não quero passar por essa síndrome devastadora e nada fiel.
Quero celebrar. Celebrar a vida. Celebrar os amores e desamores. Celebrar a certeza e a incerteza. Celebrar os amigos.
Que venha a minha nova idade e com ela, chegue as realizações.

17/07/2008

Pássaros



Pois é, quem diria que eu fosse escrever sobre uma música que a princípio me fez não gostar. Acho que ainda não gosto. Tive imediatamente ao ouvir essa musica da Claudia Leite, uma única resposta. Que música escrota. Fui a uma micareta-show da cantora citada e em determinado momento, a mesma canta essa música, continuei sem dar ouvidos.
Bem, acho que meu “eu”, não queria enxergá-la. E sei o por que. Ela esta retratando o meu atual momento.
O velho o bom dilema de Thiago Abreu está de volta. “Amanheceu, é hora de voar” meu amigo.
Algumas etapas da minha vida resolveram concluir-se no mesmo ciclo de tempo. E continuo com aquele medo intra-sofrível, com uma imensa vontade de voar, voar e de lá do céu, resolver onde seguir, beijando o sol, fugindo da chuva. (meus caros, não é uma simples analogia, é um retrato fiel de um momento).
Conquistei muita coisa nesse meu tempo de vida e acredito que não chega aos pés do que ainda falta para conquistar e desbravar florestas. Mas ainda não sei o caminho a seguir.
Não quero queimar nenhuma etapa e viver intensamente cada segundo que me proponho a passar de aprendizado. Mas dói. Acreditem, dói!
Seguindo meu destino animal, garimpando amor, vou deixando a vida me levar e voar... Voar como um passarinho, leve, receoso.
Não vou olhar para trás, mas sei que tudo que passei, foi de grande importância para ser quem sou hoje.
Talvez para quem não me conheça, esse texto possa parecer confuso, quase “freudiano” com a permissão da palavra. Mas é apenas um retrato fiel da desbravadora luta da mente com a vontade.