
Pois é, quem diria que eu fosse escrever sobre uma música que a princípio me fez não gostar. Acho que ainda não gosto. Tive imediatamente ao ouvir essa musica da Claudia Leite, uma única resposta. Que música escrota. Fui a uma micareta-show da cantora citada e em determinado momento, a mesma canta essa música, continuei sem dar ouvidos.
Bem, acho que meu “eu”, não queria enxergá-la. E sei o por que. Ela esta retratando o meu atual momento.
O velho o bom dilema de Thiago Abreu está de volta. “Amanheceu, é hora de voar” meu amigo.
Algumas etapas da minha vida resolveram concluir-se no mesmo ciclo de tempo. E continuo com aquele medo intra-sofrível, com uma imensa vontade de voar, voar e de lá do céu, resolver onde seguir, beijando o sol, fugindo da chuva. (meus caros, não é uma simples analogia, é um retrato fiel de um momento).
Conquistei muita coisa nesse meu tempo de vida e acredito que não chega aos pés do que ainda falta para conquistar e desbravar florestas. Mas ainda não sei o caminho a seguir.
Não quero queimar nenhuma etapa e viver intensamente cada segundo que me proponho a passar de aprendizado. Mas dói. Acreditem, dói!
Seguindo meu destino animal, garimpando amor, vou deixando a vida me levar e voar... Voar como um passarinho, leve, receoso.
Não vou olhar para trás, mas sei que tudo que passei, foi de grande importância para ser quem sou hoje.
Talvez para quem não me conheça, esse texto possa parecer confuso, quase “freudiano” com a permissão da palavra. Mas é apenas um retrato fiel da desbravadora luta da mente com a vontade.
Bem, acho que meu “eu”, não queria enxergá-la. E sei o por que. Ela esta retratando o meu atual momento.
O velho o bom dilema de Thiago Abreu está de volta. “Amanheceu, é hora de voar” meu amigo.
Algumas etapas da minha vida resolveram concluir-se no mesmo ciclo de tempo. E continuo com aquele medo intra-sofrível, com uma imensa vontade de voar, voar e de lá do céu, resolver onde seguir, beijando o sol, fugindo da chuva. (meus caros, não é uma simples analogia, é um retrato fiel de um momento).
Conquistei muita coisa nesse meu tempo de vida e acredito que não chega aos pés do que ainda falta para conquistar e desbravar florestas. Mas ainda não sei o caminho a seguir.
Não quero queimar nenhuma etapa e viver intensamente cada segundo que me proponho a passar de aprendizado. Mas dói. Acreditem, dói!
Seguindo meu destino animal, garimpando amor, vou deixando a vida me levar e voar... Voar como um passarinho, leve, receoso.
Não vou olhar para trás, mas sei que tudo que passei, foi de grande importância para ser quem sou hoje.
Talvez para quem não me conheça, esse texto possa parecer confuso, quase “freudiano” com a permissão da palavra. Mas é apenas um retrato fiel da desbravadora luta da mente com a vontade.

2 comentários:
Poxa, demorou mais ...
Entendo o que vc diz, voar bem alto sem destino e alcançar coisas até então "inalcançaveis", atingir o "inatingivel" ... Quem nunca se sentiu assim Thi? Isso é normal sempre que enfrentamos uma mudança, ou nos deparamos com uma descoberta. Mesmo que essa descoberta não seja a que gostaríamos de ter ... como já dizia o "profeta", "... Eu vejo o futuro repetir o passado,eu vejo um museu de grandes novidades.O tempo não pára, não para, não para..."
Eliézia
É...
Voar sem saber pra onde, voar sem saber o que nos espera...no fundo isso assusta mas ao mesmo tempo encanta, pois somos movidos a desafios, a descobertas, a conquistas!!!!
Pode ter certeza q essa fase vai passar... e com toda certeza uma nova virá e com ela novos anseios...
Bjo grande
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